Títulos públicos são uma forma de o governo federal arrecadar recursos. Quem compra um título do Tesouro Nacional está emprestando dinheiro para o governo, tendo direito de receber juros. O Tesouro Direto é o sistema que permite a pessoas físicas adquirir títulos públicos.
Há diversos tipos de títulos públicos: pré e pós-fixados, atrelados à Taxa Selic ou à inflação, com ou sem pagamentos intermediários. Cada tipo oferece vantagens em um determinado cenário econômico, sendo muito importante conhecê-los antes de montar uma carteira.
Para investir pelo Tesouro Direto, é necessário possuir conta em uma corretora. A operação é semelhante à abertura de conta em um banco comercial. Clique aqui e procure a corretora mais adequada a seu perfil.
O investimento inicial é de cerca de R$ 100,00, sendo possível agendar a venda e a compra de títulos. O resgate, entretanto, só é feito às quartas-feiras, o que torna esse investimento menos líquido que a maioria dos fundos e CDBs. Também é possível mandar o sistema reinvestir os juros recebidos e o principal, quando de seu vencimento.
Assim como os fundos de investimento e, ao contrário da poupança e do CDB, os títulos públicos não contam com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que protege o investidor de perdas de até R$ 70 mil. Por outro lado, teoricamente é o investimento mais seguro de um país, pois o risco de uma nação falir é menor do que o de qualquer empresa ou pessoa.