domingo, 24 de novembro de 2013

Financiamento e aluguel

Quem já contratou financiamento imobiliário deve estar familiarizado com a exigência dos bancos, de que as parcelas não ultrapassem 30% da renda do contratante. Essa medida visa minimizar o risco de que a parte financeiramente mais frágil do contrato - o mutuário - não consiga cumprir com o compromisso de pagar as parcelas. É uma medida de segurança para ambas as partes envolvidas, afinal, quem quer se ver em meio a uma dívida que não pode pagar?
Não basta que o banco faça suas exigências. Para garantir que você realmente possa pagar as parcelas do contrato, é necessário que você também faça algumas contas. Esse limite de 30% é apenas uma estimativa, pode ser que em seu caso ele seja ainda menor. Por exemplo, se suas despesas fixas (moradia, transporte, alimentação, saúde, educação, pagamento de dívidas já existentes) comprometerem 90% de sua renda, você não deverá destinar mais do que 10% para a parcela do financiamento. Do contrário, para pagar as parcelas da nova dívida você terá que abrir mão de despesas fundamentais para o seu sustento e desenvolvimento.
Vale lembrar, também, que as parcelas de um financiamento nunca são realmente fixas; há sempre um fator de correção que encarece os pagamentos anualmente, geralmente um índice de inflação como o INCC ou o IGP-M. Esses fatores não costumam ser fixos, o que dificulta o seu cálculo, mas você só tem a ganhar sendo conservador e considerando que suas parcelas ficarão 10% mais caras a cada aniversário do contrato.
Por isso, se informe sobre o financiamento que pretende fazer e não se esqueça de colocar suas despesas do papel e calcular o quanto pode realmente pagar sem correr o risco de se tornar inadimplente.


Cinema

Se existe um programa que é praticamente uma unanimidade é sair para assistir um bom filme no cinema. Conforto, pipoca, uma tela grande, som em volume máximo e a sensação de esquecer-se da própria vida e estar dentro daquela história.  No entanto, este tem se tornado um programa caro. Uma ida ao cinema para um casal, com direito a pipoca e refrigerante, pode chegar a quase R$ 100 em algumas cidades! Se o passeio for com a família, é quase inviável. Como driblar esse obstáculo sem comprometer o orçamento? Confira as dicas:
Meia entrada
Quem pensa que meia entrada é só para estudante e idoso está muito enganado. Muitas empresas prestadoras de serviço oferecem cartões de fidelidade que dão direito a meia entrada no cinema. O jornal que você assina pode ter uma parceria com algum cinema. Assim como o seu seguro do carro, seu banco, seu plano de saúde... Informe-se!
Dias da semana ou horários especiais
A maior parte das redes de cinema oferece preços especiais reduzidos para determinados dias e horários da semana. Pode ser na segunda-feira ou na quarta-feira. Ingressos para a primeira sessão do dia também pode ter um preço mais baixo. A rede Cinemark, por exemplo, oferece descontos para as sessões das 15 horas, inclusive aos finais de semana.
Festivais
Quando acontecem os festivais de cinema, os ingressos ficam mais baratos para que mais pessoas possam assistir aos filmes. Ou mesmo oferecem ingressos de graça! Veja na programação do jornal da sua cidade.
Lanche de casa
Se não der para economizar com os ingressos, leve o lanche de casa! Água, chocolates ou pacotes de doces. Os preços são bem mais caros na porta do cinema.
Cinema em casa
Se a família é grande e o orçamento está mesmo apertado a ponto de inviabilizar o programa, que tal promover uma sessão em casa? Para economizar ainda mais Você pode pesquisar promoções em locadoras de vídeo ou DVDs com descontos em lojas de departamento. Outra opção são sites de assinaturas de filmes e séries como o Netflix. Para assinar, é preciso ter acesso à internet e pagar apenas 14,99 por mês. É possível ainda trocar DVD’s en


Curso tecnico

Você sabia que em novembro é comemorado o dia do radioamador e do técnico em eletrônica (5/11), do esteticista (20/11), do técnico em contabilidade (20/11) e o dia do técnico da segurança do trabalho (27/11)?
Todas essas datas celebram o dia de profissões que podem ser desenvolvidas a partir de um curso técnico, não sendo necessário fazer uma graduação.
Para se fazer um curso técnico basta ter concluindo ou estar concluindo o ensino médio. Além disso, eles são mais curtos que uma graduação, são, em média, bem mais econômicos que um curso universitário.  
Quem já é graduado ou já está no mercado de trabalho, pode encontrar nesses cursos a oportunidade de praticar outras habilidades e, inclusive, de obter uma renda extra. Pensando nisso, a maioria das escolas que oferecem esses cursos, planejam horários que se adaptem aos horários do mercado. Quem se interessar pode encontrar diversas opções através de uma simples pesquisa na internet.
Assim, se você está precisando aumentar as fontes de renda, esses cursos podem são uma boa opção. Procure um sintonizado com habilidades que você deseja aprimorar ou desenvolver, pesquise a respeito da instituição, organize-se financeiramente e siga em frente. Em pouco tempo, os investimentos financeiros, de tempo e de estudo, vão se reverter em renda extra para você. 


capacitação para a Copa 2014




Que tal aproveitar eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as olimpíadas de 2016 para se capacitar? Em função desses dois eventos, diversas entidades públicas e privadas estão com projetos de capacitação espalhados por todo o Brasil. O melhor de tudo é que a maioria dos cursos é totalmente gratuita.
Entre as opções oferecidas estão cursos de idioma, na área de turismo, cursos de informática, na área de construção civil, entre outros. Um bom site para obter informações sobre o cronograma e local desses treinamentos é o Portal da Copa. Além disso, é recomendável consultar sites de entidades como o SESI, SENAI e SENAC, que também oferecem esse tipo de capacitação.
Para quem pensa em abrir o próprio negócio, a Copa de 2014 também apresenta diversas oportunidades e o SEBRAE, em parceria com outras entidades, está produzindo estudos para auxiliar o micro e pequeno empresário nessa empreitada. Esses estudos fazem parte do “Mapa de Oportunidades”, que também pode ser acessado no Portal da Copa.
O Mapa de Oportunidades engloba nove setores da economia: agronegócio, comércio varejista, construção civil, madeira e móveis, economia criativa (artesanato, gastronomia, entretenimento etc.), moda (têxtil e confecção), serviços, tecnologia da informação e comunicação (TIC) e turismo. Uma boa oportunidade para quem pensa em uma atividade de renda extra ou o desenvolvimento profissional.

Cursos gratuitos

A rede mundial de computadores possibilita ao internauta aprender novas línguas e informática de graça, sem sair de casa. Os cursos à distância e as vídeo aulas oferecidas no Youtube são opções para quem quer aprender, mas não possui tempo ou recursos disponíveis. “Com paciência e senso crítico, o interessado pode encontrar na internet vários tutoriais de qualidade. Para isso, basta digitar as palavras-chave”, ensina a especialista em gestão de cursos à distância Ana Elisa Mustafá.
Para ela, as aulas via web proporcionam economia de tempo e de deslocamento. "O e-learning (expressão em inglês para ensino à distância) pode ser uma ótima alternativa para quem deseja se aprimorar, mas tem dificuldade de adequar seus horários. Nesta modalidade, não é você que se ajusta ao curso e sim o curso que é ajustado a você", comenta. No entanto, a especialista sinaliza que nem todo o material disponível na rede é confiável. “Neste caso, a alternativa mais segura é visitar os sites, visualizar os comentários de alunos e ex-alunos e avaliar o método e o material utilizado pela instituição.”
Oportunidades
Além de manter relacionamentos e discussões ao redor do globo, agora as redes sociais também são um meio para aprender novas línguas. Os sites Italki.com Livemocha.com reúnem estudantes dispostos a trocar aulas de seus idiomas nativos entre si para, dessa forma, fazer novos amigos e ao mesmo tempo estudar.
Lançado recentemente, o dicionário online Linguee.com.br desenvolveu um modelo diferente para traduzir palavras, gírias e expressões. Em vez de adotar os modelos tradicionais de grandes dicionários, o site usa textos bilíngues para oferecer traduções contextualizadas aos usuários.
A internet também proporciona iniciativas como o Forvo. O site oferece quase 700 mil pronúncias em 258 idiomas, todas disponibilizadas por voluntários do mundo todo.
O fenômeno de expansão da educação online ultrapassou fronteiras com a chegada da Coursera, uma empresa americana que faz parceria com as melhores universidades do mundo e oferece cursos online de graça. A organização disponibiliza cursos nas mais diversas áreas, incluindo tecnologia e línguas.
Já pelo site “Inglês Curso” é possível fazer aulas gratuitas de inglês por meio de áudios, vídeos e exercícios online.
Confira outros sites que oferecem cursos gratuitos de idiomas e informática:
Não deixe de sempre de se atualizar e buscar novos conhecimentos. Faz bem para a mente e pode ser um grande diferencial profissional.


Família, Afeto e Finanças", de Angélica Rodrigues Santos e Rogério Olegário, do Carmo

Confira a entrevista com a psicóloga e escritora Angélica Rodrigues, que escreveu o livro Família, Afeto e Finanças em parceria com o especialista e consultor financeiro Rogério Olegário. Angélica e Rogério têm ampla bagagem em finanças pessoais e trouxeram, nesta publicação, o resultado de experiências de consultório, consultorias e cursos, bem como práticas bem sucedidas aplicadas por eles, na vida de casal.
1. É comum observar que as pessoas dedicam muito tempo e energia para ganhar dinheiro, mas dedicam pouquíssimo tempo para aprender a utilizá-lo melhor. Na sua visão, dedicar um tempo para aprender a gastar, poupar ou turbinar os investimentos é tão importante quanto dedicá-lo a ganhar dinheiro? Por que?
Angélica Rodrigues - Sim, pois esse aprendizado permitirá que ela gaste menos tempo e energia na realização de seus objetivos. Nos nossos cursos observamos, por exemplo, que as pessoas não costumam dedicar tempo para cuidar do seu dinheiro e não prestam atenção no que gastam. Depois, quando essa pessoa reserva um tempo para cuidar do seu orçamento, lá na frente ela percebe que conseguiu poupar mais. Em outras palavras, ela pode ter deixado de trabalhar e de ganhar dinheiro por algumas horas, mas percebe que, ainda assim, lucrou, saiu ganhando com essa nova postura.
2. Qual é a importância de ler livros de finanças pessoais e estudar mais sobre o tema?
Angélica - É muito importante, pois como não temos essa cultura de educação financeira, há uma lacuna que pode ser preenchida a partir da leitura, do estudo. Quem se educa financeiramente consegue mudar o seu comportamento e, em geral, são essas pessoas que conquistam um patrimônio maior ao longo dos anos. Enfim, os livros são uma ferramenta importante na educação, mas também há outros instrumentos, como palestras e cursos, inclusive online.
3.  A maioria dos brasileiros acha difícil poupar. Que estratégias você considera eficientes para mudar essa visão?
Angélica - A primeira é fazer um orçamento porque sem saber quanto ganha e como gasta não tem como poupar. O segundo passo, que eu acho fundamental, é ela separar primeiro quanto ela quer investir e viver com a sobra. Isso é exatamente o contrário do que as pessoas fazem normalmente: elas costumam receber, gastar e poupar as sobras. Essa mudança de comportamento faz toda a diferença.
4. É importante que a família converse sobre o dinheiro?
 Angélica - Claro! A família precisa ter um orçamento participativo. Por mais que não seja necessário expressar a receita dos pais ou o valor das despesas, a criança precisa saber que há uma fonte de renda e também despesas para se manter uma casa. Na adolescência, se os pais se sentirem à vontade, podem começar a abrir determinados valores ou a planilha de orçamento, mas esse processo precisa ser tranquilo. Jamais os pais devem citar esses valores em um momento de raiva, em uma pergunta como “você sabe quanto custa a sua escola?” e sim, devem manter um diálogo amigável em relação ao dinheiro. Outra dica é mostrar o caminho do dinheiro, ou seja, que os recursos são fruto de um trabalho, que foi conquistado ao longo de todo um processo. Isso ensina os filhos a formarem  juízos de valor, que podem ser úteis lá na frente, no momento da escolha da própria profissão e da tomada de decisões importantes na vida.
5. No atual cenário econômico brasileiro, em que há um estímulo ao consumo e ao crédito, de que forma a educação financeira pode melhorar a vida das pessoas?
Angélica - A educação é fundamental porque as pessoas caem nas armadilhas do crédito, justamente por falta de educação financeira. Ela é o ponto de partida para um futuro melhor para a família e para as gerações seguintes. Aliás, não é só o conhecimento financeiro que é importante... o autoconhecimento também é primordial, pois é necessário avaliar as próprias crenças e emoções que estão associadas ao comportamento financeiro.
6. O que o seu livro trouxe de novo para o mercado de publicações sobre educação financeira ou finanças pessoais?
Angélica - O grande diferencial é que ele junta a parte emocional em relação ao manejo do dinheiro com a parte técnico-financeira propriamente dita. Além disso, observamos que a maioria dos livros de finanças mostrava o que fazer, mas não dizia “como fazer”. Nesse trabalho nós tivemos o cuidado de explicar como fazer: o livro está recheado de exercícios e orientações práticas. Ele apresenta uma metodologia que foi resultado de experiências em consultório, consultorias e cursos. Há, ainda, um bônus: o livro apresenta um QR CODE que permite, a quem tem o aplicativo no celular, acessar um vídeo exclusivo e vinte novos exercícios.
O livro "Família, Afeto e Finanças", de Angélica Rodrigues Santos e Rogério Olegário, do Carmo é publicado pela editora Gente e tem preço médio de R$ 25,00.


Entrevista com Mauro Kalil

Confira as respostas do consultor e educador financeiro Mauro Calil, autor do livro “Separe uma verba para ser feliz”. A publicação apresenta um método de organização e planejamento financeiro com o objetivo de que o leitor realize grandes sonhos e conquiste a Felicidade Financeira, outro conceito bastante divulgado por ele.
1. É comum observar que as pessoas se dedicam muito para ganhar dinheiro, mas dedicam pouquíssimo tempo para aprender a utilizá-lo melhor. Na sua visão, dedicar um tempo para aprender a gastar, poupar ou turbinar os investimentos é tão importante quanto o tempo dedicado para ganhar dinheiro? Por que?
Mauro Calil - Fazer dinheiro é uma tarefa árdua e que tem limites por conta da faixa salarial, das condições do mercado de trabalho e mesmo da concorrência interna (colegas de trabalho) e externa (profissionais de fora da organização). Ao participarem de um curso que mostra como dominar o dinheiro, as pessoas mudam  totalmente suas visões financeiras, e portanto, passam a enriquecer de maneira  consistente e consciente. Seus padrões de consumo e status aumentam, mesmo gastando menos. Isto é inteligência financeira completa, ou seja, saber fazer dinheiro, antever o que acontecerá com ele, salvar e turbinar seu dinheiro em aplicações  financeiras  diferenciadas.
2. Qual é a importância de ler livros de finanças pessoais e estudar mais sobre o tema?
Mauro - É uma das formas que se tem para adquirir aquilo que a escola formal nunca ensinou. Porém, não basta apenas ler, é preciso praticar. Por isso fundamos a Academia do Dinheiro, um local para praticar o crescimento patrimonial aliado à  educação financeira continuada. 
3. É importante que a família participe do equilíbrio financeiro, ou ainda, converse sobre dinheiro abertamente? De que forma isso pode ser feito?
Mauro - Sim, é muito importante, em todos os encontros da Academia do Dinheiro vemos casais se multiplicarem e filhos adolescentes sendo trazidos pelos pais para participarem das reuniões e ouvirem os ensinamentos. Isso forma uma egrégora de prosperidade dentro do lar, onde os objetivos comuns passam a ser destinados ao que é importante para todos. É um ótimo exercício.
4. A maioria dos brasileiros acha difícil poupar. Que estratégias o senhor considera eficientes para mudar essa visão?
Mauro - Esqueça a palavra economizar, pois ela remete à escassez. Pense em salvar dinheiro. Salvar remete à urgência e a motivos nobres, como salvar uma criança que está se afogando em um lago. Faça isso com seu dinheiro, salve seu dinheiro do consumo tolo que não lhe leva a lugar algum. Esqueça também a falsa ideia ou o mau conselho de que um cafezinho  ou uma ida à manicure é uma recompensa pelas suas conquistas diárias. Se sua conquista é comemorada com um café ou uma ida à manicure, isto significa que você se contentou com pouco, que sua conquista é pequena. Tenha a mente voltada para grandes objetivos como a casa própria, a troca de carro  uma vez a cada dois anos e coisas grandes. Isto lhe dará foco e força para largar o consumismo e formar um grande patrimônio.
5. No atual cenário econômico brasileiro, em que há um estímulo ao consumo e ao crédito, de que forma a educação financeira pode melhorar a vida das pessoas?
Mauro - O estímulo ao consumo sempre existiu e agora ganhou um aliado chamado crediário. Costumo dizer que a melhor aplicação financeira para todas as pessoas é a educação financeira. Você pode usar o crediário em muitas situações, desde que lhe favoreçam financeiramente. Um exemplo de crédito que possa lhe favorecer reside em tomar empréstimo de seu 13º salário com juros de 2% ao mês para aproveitar o desconto de 10% da matrícula de seu filho na escola. Esta manobra lhe possibilitaria uma economia em torno de 6% que você só enxergará se for educado financeiramente.
6. O que o seu livro trouxe de novo para o mercado de publicações sobre educação financeira ou finanças pessoais?
Mauro - Todo o livro é uma grande novidade. Saliento dois aspectos em particular que são imperdíveis. A analogia da caixa d’água com o nosso caixa de dinheiro, algo muito didático que começa a fazer parte, inclusive, de outros livros. O segundo é o método FAST de enriquecimento consistente, que é um caminho seguro para quem quer formar  patrimônio com velocidade  maior  que a média. Vale muito a leitura, só recebo elogios.
O livro "Separe uma verba para ser feliz" , de Mauro Calil, é publicado pela editora Gente e tem preço médio de R$ 30,00.



Escolha seu próximo livro de cabeceira




Para fechar esta série em homenagem à leitura, conversamos com quatro autores engajados na missão de difundir a educação financeira no Brasil. Cada livro é voltado para um perfil diferente de leitor: dos que estão endividados aos que buscam turbinar os seus investimentos financeiros. Há, ainda, opções que desmistificam crenças em relação ao dinheiro, e outros que se aprofundam na conquista de uma vida financeira mais tranquila, seja no âmbito individual ou familiar. As perguntas feitas a cada um deles foram as mesmas para que você possa comparar quais pontos de vista e estratégias estão mais próximo de seu dia-a-dia e escolher seu próximo livro de cabeceira!


Livros


A paixão pela leitura pode ser despertada e difundida de maneira inusitada, de onde menos se espera. Em Brasília, por exemplo, há o Açougue Cultural T-Bone, que tem uma história digna de livro de ficção. A criação é de Luiz Amorim, ex-engraxate que aprendeu a ler aos 16 anos. Contratado para ajudar um açougueiro, ele dormia nos fundos da loja e começou a ler para passar o tempo.
Quando se tornou proprietário do estabelecimento, montou uma biblioteca comunitária no próprio local. O processo nunca foi burocrático: os livros sempre ficaram à disposição de quem desejasse, sem cadastro ou data prevista de entrega. As críticas foram severas “o que açougue tem a ver com literatura?”. Ele brincava dizendo: “os dois são alimentos. Um alimenta o corpo e o outro, a alma”.
A biblioteca comunitária ganhou instalações próprias e o projeto de Luiz atingiu uma dimensão que ele jamais imaginaria.

O projeto cresceu e deu origem a uma ONG. Hoje, o “T-Bone” continua no mesmo lugar, mas a biblioteca comunitária ganhou instalações próprias e o projeto de Luiz atingiu uma dimensão que ele jamais imaginaria: a rua do açougue virou ponto consagrado na cidade, onde há desde lançamento de livros a shows de artistas renomados como Milton Nascimento, Chico César, Alceu Valença e Lenine. A Petrobras apoiou esse projeto e também foi parceira de Luiz quando a vontade dele de democratizar a leitura voou tão longe quanto a sua imaginação.
Em 2007, o projeto Parada Cultura – Biblioteca Popular ofereceu estantes de livros em diversas paradas de ônibus de Brasília, onde o passageiro pode pegar qualquer livro emprestado, gratuitamente. A iniciativa ganhou a simpatia e apoio dos moradores. O acervo, bastante vivo, por sinal, é alimentado pela própria comunidade. Nada mais justo, visto que os livros são feitos para circular.
Em 2012, o projeto Estação Cultural deu ainda mais vida a alguns desses pontos de ônibus, ao instalar terminais de acesso gratuito à internet para uso da comunidade, 24 horas por dia. A Petrobras, novamente, é uma das empresas apoiadoras dessa iniciativa.
Leia também:


Livros


A paixão pela leitura pode ser despertada e difundida de maneira inusitada, de onde menos se espera. Em Brasília, por exemplo, há o Açougue Cultural T-Bone, que tem uma história digna de livro de ficção. A criação é de Luiz Amorim, ex-engraxate que aprendeu a ler aos 16 anos. Contratado para ajudar um açougueiro, ele dormia nos fundos da loja e começou a ler para passar o tempo.
Quando se tornou proprietário do estabelecimento, montou uma biblioteca comunitária no próprio local. O processo nunca foi burocrático: os livros sempre ficaram à disposição de quem desejasse, sem cadastro ou data prevista de entrega. As críticas foram severas “o que açougue tem a ver com literatura?”. Ele brincava dizendo: “os dois são alimentos. Um alimenta o corpo e o outro, a alma”.
A biblioteca comunitária ganhou instalações próprias e o projeto de Luiz atingiu uma dimensão que ele jamais imaginaria.

O projeto cresceu e deu origem a uma ONG. Hoje, o “T-Bone” continua no mesmo lugar, mas a biblioteca comunitária ganhou instalações próprias e o projeto de Luiz atingiu uma dimensão que ele jamais imaginaria: a rua do açougue virou ponto consagrado na cidade, onde há desde lançamento de livros a shows de artistas renomados como Milton Nascimento, Chico César, Alceu Valença e Lenine. A Petrobras apoiou esse projeto e também foi parceira de Luiz quando a vontade dele de democratizar a leitura voou tão longe quanto a sua imaginação.
Em 2007, o projeto Parada Cultura – Biblioteca Popular ofereceu estantes de livros em diversas paradas de ônibus de Brasília, onde o passageiro pode pegar qualquer livro emprestado, gratuitamente. A iniciativa ganhou a simpatia e apoio dos moradores. O acervo, bastante vivo, por sinal, é alimentado pela própria comunidade. Nada mais justo, visto que os livros são feitos para circular.
Em 2012, o projeto Estação Cultural deu ainda mais vida a alguns desses pontos de ônibus, ao instalar terminais de acesso gratuito à internet para uso da comunidade, 24 horas por dia. A Petrobras, novamente, é uma das empresas apoiadoras dessa iniciativa.
Leia também:


Ano novo vida nova


Olhamos a nossa lista de metas, cortamos as cumpridas, avaliamos as que não fizemos e inserimos novas prioridades para a nossa vida. Opa, você não faz isso? Como pode um barco navegar sem saber para onde está indo?

A cada réveillon a vida se renova e tudo pode mudar. Neste caso, é preciso colocar em prática algumas dicas capazes de melhorar nossa capacidade de autocontrole e disciplina. Confira as sugestões que separamos e tenha uma ótima vida nova, ops, um ótimo ano novo!

Seja organizado

Organização é fundamental. Escreva as suas metas em uma agenda ou caderno. Se possível, enumere seus objetivos por ordem de prioridade e registre os erros dos planejamentos passados. O mesmo vale para os pontos positivos: escreva suas qualidades e os benefícios de determinadas estratégias.

Tenha foco

Não exagere na quantidade de metas: foque poucos objetivos e, gradativamente, direcione energia para os demais.  As metas devem ser viáveis, mensuráveis e relevantes. É interessante também criar uma lista do tempo de curto ou em longo prazo e de ações prática para a realização de suas metas. Utilize ogerenciador de objetivos deste site a seu favor!
Fale com alguém de confiança sobre suas metas

É indicado que você escolha uma pessoa próxima para dividir seus objetivos, para que a mesma ajude a manter seu nível de confiança, questione sobre seus planos e motivação. Tenha sempre um amigo por perto para lhe auxiliar no controle de seus objetivos.

Coloque você em seu ano

Quanto mais tempo você tiver para si mesmo, maior será a energia para a realização de seus planos para o novo ano. É preciso que você inclua neste meio tempo atividades para lazer, prática de atividades físicas ou atividades para que você consiga “recarregar suas energias”.

Controle seus sentimentos

Muita gente desiste do sonho logo no primeiro obstáculo. Para não agir desta mesma forma, tenha controle sobre os seus sentimentos. Se bem trabalhados, eles podem servir de combustível para as suas ações. O ideal é canalizar todas as sensações que vêm à tona diante de uma derrota e empregá-las na conquista de um novo objetivo.
Manter pensamentos negativos sobre si mesmo também pode atrapalhar. Geralmente, a baixa autoestima vem carregada de medo e culpa, sentimentos que minam nosso potencial. Se você sofre com este tipo de problema, procure ajuda especializada e não deixe que ele atrapalhe os seus planos.
Lembre-se de que para as coisas acontecerem é necessário planejamento, investimento (de tempo, dinheiro e energia), vontade e persistência. Então, corra atrás do que precisa, de seus desejos, sempre dando passo após passo. Assim, você chegará onde quer.


sábado, 23 de novembro de 2013

Mais IOF

O imposto incide sobre operações de crédito (empréstimos), câmbio, seguros, além de transações relativas a títulos ou valores mobiliários.  
Os percentuais de cobrança variam de acordo com o tipo de operação financeira, mas uma coisa é certa: é importante conhecer as regras desse imposto para tomar decisões mais inteligentes em relação ao próprio dinheiro.
Quem efetua uma aplicação financeira, por exemplo, precisa estar ciente da tabela regressiva de IOF sobre o rendimento calculado. Como isso funciona na prática? O investidor precisa aguardar, pelo menos, 30 dias para ter o direito ao rendimento integral. Quem deixa o dinheiro aplicado por apenas um dia, por exemplo, perderá 96% desse rendimento, conforme tabela encontrada neste link. Vale lembrar que o IOF incide somente sobre o rendimento e não sobre o valor total aplicado.
Em relação às operações de crédito, o Decreto 6.306, de 3 de dezembro de 2007 aponta o fato gerador de IOF para cada operação e sinaliza que a alíquota difere de acordo com o tipo de empréstimo contratado pelo correntista.  Confira os textos a seguir para entender como essa cobrança é realizada em relação ao cheque especial ao cartão de crédito ou em relação aos empréstimos parcelados.
Leia também:


Expressões financeiras de investimento

IPO, startup, spread, swap. O apreço que os financistas têm pela língua inglesa dá a impressão que finanças são para poucos. Mesmo os jargões que ainda sobrevivem à invasão linguística não ajudam muito. Expressões como mercado a termo, opções, futuro e siglas cada vez mais comuns como CDI e ETF deixam muita gente com medo de fazer qualquer coisa com seu dinheiro que não seja gastar ou aplicar na velha e conhecida poupança. Muitos profissionais da área de educação financeira sabem disso e se esforçam para desmistificar esses termos e, com isso, mostrar que o mercado financeiro é mais simples do que parece. Veja abaixo o que significam três dos termos mais usados atualmente:
IPO: sigla de Initial Public Offering (Oferta Pública Inicial): ocorre quando uma empresa passa a ter suas ações negociadas em bolsa de valores pela primeira vez.
ETF: sigla de Exchange-Traded Fund, também conhecidos como Fundos de Índices. Em essência, são fundos de investimento cujas cotas são negociadas em bolsa em vez de nos canais tradicionais (bancos e corretoras). O primeiro ETF do Brasil foi o PIBB, mas hoje a BM&FBovespa conta com 12 desses ativos.
Mercados a termo, de opções e de futuro: fazem parte do chamado mercado de derivativos, que se caracteriza por negociar ativos cujos preços variam de acordo com o desempenho de outros ativos. São muito usados tanto por investidores em busca de proteção para seus investimentos quanto por especuladores em busca de ganhos extraordinários.


IOF

A lógica do consumidor nem sempre é consonante com a legislação vigente em nosso país. Quem efetua a novação de um contrato de empréstimo entende bem isso ao ver que o IOF incide sobre o valor total da nova operação financeira e não apenas sobre o valor do crédito novo que a pessoa leva de fato.
Por que isso ocorre? Trata-se de uma determinação legal. Quando uma novação de contrato é feita, a nova obrigação, ou seja, o novo contrato, extingue a obrigação anterior. Desta forma, a legislação obriga a incidência de IOF sobre o valor total do novo contrato. A cobrança parece incorreta para quem constata o pagamento do IOF sobre o saldo devedor da operação, mas, na verdade, esta é a determinação legal. Isso significa que uma pessoa que tem um empréstimo de R$ 5.000,00 e decide renová-lo, levando mais R$ 2.000,00 de crédito, pagará IOF sobre R$ 7.000,00, ou seja, sobre o valor total bruto desse novo contrato.
E qual é o valor da cobrança deste imposto? A resposta dependerá da quantidade de parcelas do empréstimo. Nos empréstimos com prazos até 6 meses, a alíquota é de 1,13%, mas como a maioria dos contratos tem um prazo maior, a alíquota cobrada passa a ser de 1,18% (1,5% + 0,38%) sobre o total da operação, cobrada de uma vez só, na data de efetivação da proposta.
Por esse motivo, a melhor opção, em vários casos, é fazer um segundo contrato de empréstimo, para evitar a cobrança do imposto. E quando não há margem consignável suficiente para isso? Nesse caso, compensa avaliar a opção do refinanciamento.
As operações de refinanciamento, ou seja, aquelas em que o contrato é alongado, mas não há liberação de crédito novo, não recebem a cobrança de IOF. Isso significa que é possível alongar o empréstimo original para reduzir o valor da parcela e, dessa forma, aumentar a margem consignável disponível. Em seguida, com a parcela remanescente dessa margem, o participante pode efetuar um novo empr


IOF

A lógica do consumidor nem sempre é consonante com a legislação vigente em nosso país. Quem efetua a novação de um contrato de empréstimo entende bem isso ao ver que o IOF incide sobre o valor total da nova operação financeira e não apenas sobre o valor do crédito novo que a pessoa leva de fato.
Por que isso ocorre? Trata-se de uma determinação legal. Quando uma novação de contrato é feita, a nova obrigação, ou seja, o novo contrato, extingue a obrigação anterior. Desta forma, a legislação obriga a incidência de IOF sobre o valor total do novo contrato. A cobrança parece incorreta para quem constata o pagamento do IOF sobre o saldo devedor da operação, mas, na verdade, esta é a determinação legal. Isso significa que uma pessoa que tem um empréstimo de R$ 5.000,00 e decide renová-lo, levando mais R$ 2.000,00 de crédito, pagará IOF sobre R$ 7.000,00, ou seja, sobre o valor total bruto desse novo contrato.
E qual é o valor da cobrança deste imposto? A resposta dependerá da quantidade de parcelas do empréstimo. Nos empréstimos com prazos até 6 meses, a alíquota é de 1,13%, mas como a maioria dos contratos tem um prazo maior, a alíquota cobrada passa a ser de 1,18% (1,5% + 0,38%) sobre o total da operação, cobrada de uma vez só, na data de efetivação da proposta.
Por esse motivo, a melhor opção, em vários casos, é fazer um segundo contrato de empréstimo, para evitar a cobrança do imposto. E quando não há margem consignável suficiente para isso? Nesse caso, compensa avaliar a opção do refinanciamento.
As operações de refinanciamento, ou seja, aquelas em que o contrato é alongado, mas não há liberação de crédito novo, não recebem a cobrança de IOF. Isso significa que é possível alongar o empréstimo original para reduzir o valor da parcela e, dessa forma, aumentar a margem consignável disponível. Em seguida, com a parcela remanescente dessa margem, o participante pode efetuar um novo empr