sábado, 23 de novembro de 2013

CDB

Mas o que é isso? Cada vez que o investidor compra um título de renda fixa (como o CDB) está emprestando dinheiro para quem emitiu o título (que pode ser um banco ou uma empresa). Os juros cobrados nesse "empréstimo" serão o rendimento do investidor. Os bancos, em geral, usam os depósitos dos CDBs para dar conta do fluxo de cheque especial. Além disso, é uma importante fonte de liquidez em períodos de escassez de crédito.
A rentabilidade pode ser pré ou pós-fixada: ter um valor já definido na contratação ou corresponder a um percentual de um indicador econômico, normalmente o Certificado de Depósito Interbancário (CDI). As taxas para os CDBs podem ser negociadas com o banco e obedecem a lei da oferta e da procura. Apesar de alguns gerentes afirmarem que as taxas são predefinidas, existe sim uma margem para negociação, sobretudo para valores maiores. A sugestão de especialistas é utilizar as taxas oferecidas pelo Tesouro Direto como base para negociação. Para os CDBs prefixados, utilize a rentabilidade e prazo das LTNs oferecidas. Para os CDBs pós-fixados, procure se aproximar o máximo possível de 100% do CDI.
Por isso, antes de emprestar o seu dinheiro a quem quer que seja, inclusive ao banco, faça estas duas perguntinhas básicas: quando vou ter o dinheiro de volta e qual a taxa de juros que você me oferece. Se não estiver bom para você, procure outro banco. Pesquise e faça valer a lei da oferta e da procura a seu favor.