Capacitação, carisma, curiosidade, são algumas das características que contribuem para o sucesso das mulheres no ramo. A estabilidade econômica do país, a conquista no mercado de trabalho e a independência financeira criaram um cenário cada vez mais favorável à participação do público feminino no mercado financeiro.
Se até bem pouco tempo elas eram preocupadas em gastar menos no mercado para sobrar um dinheiro que poderia ser investido na reforma do imóvel, na compra de sapatos e bolsas, hoje a mulher se mostra interessada por informações que a prepare para ser investidora consciente em um universo típico masculino.
“A mulher é mais preocupada com o futuro, com a qualidade de vida e, muitas vezes, possui mais anos de estudo do que os homens. Isso tudo ajuda”, acredita a administradora de empresas Cristina Teixerense.
Para a socióloga Sandra Regina Leite, existem algumas características inerentes às mulheres que as favorecem na hora de investir. “Paciência, curiosidade e até mesmo um sexto sentido são fatores que favorecem a investidora”, diz. “O público feminino tende a pensar mais a longo prazo, diferente do perfil masculino que pensa em aumentar o patrimônio e a riqueza ao longo do tempo e ter uma aposentadoria mais tranquila.”
Atenção
Antes de ingressar na bolsa, segundo especialistas, é preciso conhecer o mercado e pesquisar sobre as empresas nas quais se deseja investir. Feito isso, deve-se traçar uma estratégia e definir seus objetivos de investimento. “Antes de iniciar um investimento costumo planejar. Quito dívidas antigas e me preparo para gastar menos. Poupar é essencial”, destaca a professora Angela Abreu, investidora da bolsa há um ano e meio.
Segundo ela, o ideal é pensar nas aplicações como um crediário, reservando uma parte dos rendimentos que não fará falta no orçamento. É primordial gastar um pouco menos do que se ganha e investir essa sobra de forma disciplinada. “Os benefícios serão colhidos no futuro”, afirma a professora.
Riscos
Para especialistas, os riscos variam conforme o momento do mercado, a estratégia adotada, o perfil da investidora e até mesmo a quantidade de dinheiro aplicada. Neste caso, quando o mercado passa por crises é essencial ter sangue frio. Para muitos, os momentos de crise representam ótimas oportunidades ou indicam a necessidade de uma mudança de estratégia, não necessariamente prejudicial.
Pesquisa realizada pelo InSearch Tendências e Estudos de Mercado nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília aponta o perfil das investidoras do mercado acionário brasileiro.
Estado civil
48% Casadas
32% Divorciadas/separadas
12% Solteiras /Viúvas
08% vivendo com companheiro
Principais razões para investir
52% Garantir o futuro
27% Aumentar o patrimônio pessoal
13% Independência do marido
6% Poder administrar as aplicações
3% Outros motivos
Se até bem pouco tempo elas eram preocupadas em gastar menos no mercado para sobrar um dinheiro que poderia ser investido na reforma do imóvel, na compra de sapatos e bolsas, hoje a mulher se mostra interessada por informações que a prepare para ser investidora consciente em um universo típico masculino.
“A mulher é mais preocupada com o futuro, com a qualidade de vida e, muitas vezes, possui mais anos de estudo do que os homens. Isso tudo ajuda”, acredita a administradora de empresas Cristina Teixerense.
Para a socióloga Sandra Regina Leite, existem algumas características inerentes às mulheres que as favorecem na hora de investir. “Paciência, curiosidade e até mesmo um sexto sentido são fatores que favorecem a investidora”, diz. “O público feminino tende a pensar mais a longo prazo, diferente do perfil masculino que pensa em aumentar o patrimônio e a riqueza ao longo do tempo e ter uma aposentadoria mais tranquila.”
Atenção
Antes de ingressar na bolsa, segundo especialistas, é preciso conhecer o mercado e pesquisar sobre as empresas nas quais se deseja investir. Feito isso, deve-se traçar uma estratégia e definir seus objetivos de investimento. “Antes de iniciar um investimento costumo planejar. Quito dívidas antigas e me preparo para gastar menos. Poupar é essencial”, destaca a professora Angela Abreu, investidora da bolsa há um ano e meio.
Segundo ela, o ideal é pensar nas aplicações como um crediário, reservando uma parte dos rendimentos que não fará falta no orçamento. É primordial gastar um pouco menos do que se ganha e investir essa sobra de forma disciplinada. “Os benefícios serão colhidos no futuro”, afirma a professora.
Riscos
Para especialistas, os riscos variam conforme o momento do mercado, a estratégia adotada, o perfil da investidora e até mesmo a quantidade de dinheiro aplicada. Neste caso, quando o mercado passa por crises é essencial ter sangue frio. Para muitos, os momentos de crise representam ótimas oportunidades ou indicam a necessidade de uma mudança de estratégia, não necessariamente prejudicial.
Pesquisa realizada pelo InSearch Tendências e Estudos de Mercado nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília aponta o perfil das investidoras do mercado acionário brasileiro.
Estado civil
48% Casadas
32% Divorciadas/separadas
12% Solteiras /Viúvas
08% vivendo com companheiro
Principais razões para investir
52% Garantir o futuro
27% Aumentar o patrimônio pessoal
13% Independência do marido
6% Poder administrar as aplicações
3% Outros motivos